Lição 2: Sinais que antecedem a volta de Cristo
Data: 10 de Janeiro de 2016
TEXTO ÁUREO
“E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os
seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas
[...]” (Mt 24.3).
Comentário:
Em seus ensinamentos particulares no
monte das Oliveiras, Jesus respondeu a três perguntas relacionadas 1) à
destruição do templo, 2) à sua segunda vinda; e 3) ao fim. Esses três temas
estão interligados e algumas vezes é difícil determinar qual acontecimento está
sendo descrito. Essa dificuldade é parcialmente resolvida quando se percebe que
a maioria das profecias é capaz de um cumprimento tanto próximo como remoto.
Jesus usa acontecimentos trágicos relacionados à destruição de Jerusalém como
quadro de condições que antecediam seu próprio retorno. Deve-se ter isso em
mente por todo esse capítulo.
VERDADE PRÁTICA
Para que a Igreja não seja apanhada de surpresa, Jesus revelou alguns
sinais que devem anteceder a sua vinda.
LEITURA DIÁRIA
Segunda —
Jo 14.3 - Jesus
prometeu vir outra vez e nos levar para vivermos junto dEle
Terça —
Mt 24.27 - A segunda
vinda do Senhor Jesus será rápida
Quarta —
1Tm 4.1 - Nos
últimos dias surgirão espíritos enganadores
Quinta —
Mt 25.1-13 - Jesus
ensinou como devemos viver até que Ele venha
Sexta —
Mt 24.9 - Os
crentes fiéis ao Senhor serão odiados e sofrerão perseguição
Sábado —
Lc 21.11 - Antes da
segunda vinda de Jesus e do fim haverá catástrofes naturais
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 24.3-8,11-14.
3 — E, estando assentado no
monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular,
dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e
do fim do mundo?
4 — E Jesus, respondendo,
disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane,
5 — porque muitos virão em
meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
6 — E ouvireis de guerras e
de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo
aconteça, mas ainda não é o fim.
7 — Porquanto se levantará
nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e
terremotos, em vários lugares.
8 — Mas todas essas coisas
são o princípio das dores.
11 — E surgirão muitos falsos
profetas e enganarão a muitos.
12 — E, por se multiplicar a
iniquidade, o amor de muitos se esfriará.
13 — Mas aquele que
perseverar até ao fim será salvo.
14 — E este evangelho do
Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então
virá o fim.
HINOS SUGERIDOS
240, 483 e 514 da Harpa Cristã.
OBJETIVO GERAL
Mostrar os sinais que antecedem a volta de Jesus.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·
I. Apresentar os
sinais relacionados à vida da Igreja;
·
II. Relacionar os
sinais do céu da vinda de Cristo;
·
III. Explicar que
as guerras, conflitos e terremotos são sinais que acontecerão na Terra antes da
vinda de Cristo.
INTERAGINDO
Não sabemos a hora em que Jesus voltará para
arrebatar a sua Igreja. Somente o Pai sabe quando se dará tal acontecimento.
Porém, Jesus falou a respeito dos sinais que antecederiam a sua volta. Estes
sinais são um alerta para nós. Precisamos estar atentos, mas para isso é
necessário saber o que são realmente os sinais escatológicos. Um dos sinais é o
surgimento dos falsos cristos e falsos profetas. Para não sermos enganados
precisamos de discernimento e conhecimento das Escrituras Sagradas. Não
descuide do estudo bíblico sistemático, pois ele poderá livrar você e seus
alunos do engano. Atualmente, os falsos profetas e falsos cristos disseminam
suas mentiras e tramoias através da internet e das redes sociais, alcançando um
número incalculável de pessoas. Estejamos alertas, vigilantes, nos dedicando ao
estudo da Palavra de Deus para não sermos enganados.
COMENTÁRIO/INTRODUÇÃO
Na lição de hoje estudaremos acerca dos sinais que antecedem a volta do
Senhor Jesus. A segunda vinda de Cristo, e o fim de todas as coisas, parece
algo fictício e inconcebível para aqueles que não creem em Deus. Mas,
seguramente se cumprirá, pois Jesus assegurou que os céus e a terra passarão,
mas suas palavras não hão de passar (Mt 24.35). A Igreja deve estar alerta,
pois o retorno de Cristo está mais perto do que podemos imaginar. Como afirmar
que sua volta é iminente? Mediante os sinais que evidenciam esse grande
acontecimento escatológico. Estejamos atentos a cada sinal.
Comentário: A Bíblia nos ensina que os dias que antecedem a volta de Jesus haverá
muitos sinais. Quando Jesus voltará? E como? E o que acontecerá, quando Cristo
voltar? Como as árvores brotando indicam a chegada do verão, os sinais
descritos por Jesus prevenirão sobre a sua chegada. O Rev Hernandes Dias Lopes
escreve: “A segunda vinda de Cristo é o assunto mais enfatizado em toda a
Bíblia. Há cerca de 300 referências sobre a primeira vinda de Cristo na
Escritura e 8 vezes mais sobre a segunda vinda, ou seja, há mais de 2.400
referências sobre a segunda vinda em toda a Bíblia. A segunda vinda de Cristo é
o assunto mais distorcido e o mais desacreditado. Muitos falsos mestres negam
que Jesus voltará. Outros tentam enganar as pessoas marcando datas. Mas outros,
dizem crer na segunda vinda de Cristo, mas vivem como se ele jamais fosse
voltar.” É sobre esse importante assunto que nós vamos estudar hoje!
I. SINAIS NA VIDA DA
IGREJA
Jesus virá buscar todos os que amam a sua vinda (2Tm 4.8), porém é
preciso cuidado para não confundir o arrebatamento da Igreja com a sua vinda em
glória (segunda fase), quando Ele virá com os santos e com os anjos trazendo
juízo contra todos os ímpios (Jd vv.14-16; 2Ts 1.7; Ap 19.14).
Comentário: Vamos estudar este assunto sob as lentes do Pré-Milenismo-Dispensacionalista;
assim, a volta de Jesus se dará em duas fases: uma invisível ao mundo, para
arrebatar sua igreja, outra visível, com seus exércitos, para julgar o mundo;
uma vez secreta e outra publicamente. É importante esclarecer que existem duas
formas principais: o pré-milenarismo histórico e o prémilenarismo
dispensacional. Esse último insiste que o Milênio será o tempo do cumprimento
das promessas incondicionais feitas a Israel; enquanto o primeiro apóia
totalmente um argumento em favor do Milênio em uma interpretação literal de
Apocalipse 20.1-6. Além de receber o apoio de muitos dos primeiros Pais da
igreja (como Justino Mártir [c. 100-c. 165], Clemente de Alexandria [150-c.
215], Tertuliano [c. 155-c. 225], e outros (veja seção histórica abaixo), os
pré-milenaristas também receberam o apoio de alguns católicos romanos (o
primeiro Agostinho [354-430], alguns puritanos (Cotton Mather [1663-1728]), da
Irmandade de Plymouth (John Nelson Darby [1800-1882]), anglicanos (Crififith
Thomas [1861-1924]), presbiterianos (Lewis Sperry Chafer [1871-1952]),
reformados (James Montgomery Boice [1938-2000]), batistas (Millard Erickson
[1932]), e de uma grande variedade de carismáticos.
1. Os falsos cristos e falsos profetas. O crente deve estar vigilante,
pois um dos sinais da vinda de Jesus são os falsos cristos e os falsos
profetas. Para não sermos enganados, precisamos conhecer a Palavra de Deus. Não
negligencie o estudo bíblico, leia e medite na Palavra de Deus, pois ela é um
escudo protetor contra os falsos ensinos e contra tudo que não procede de Deus.
Os falsos cristos e falsos profetas costumam ter grande eloquência, carisma e
boa argumentação, por isso, Jesus alertou a respeito da vigilância e do
discernimento: “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém
vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e
enganarão a muitos” (Mt 24.4,5).
Comentário: Mateus 24.5: “Porque virão muitos em meu nome [...] e enganarão a
muitos”. Centenas de falsos mestres apareceram em cena desde o primeiro século
até agora. O Rev Hernandes Dias Lopes [que é pós-tribulacionista] escreve em
seu artigo intitulado “Jesus Cristo virá em breve, você está preparado?”:
“É significativo que o primeiro sinal que Cristo apontou para a sua segunda
vinda tenha sido o surgimento de falsos messias, falsos profetas, falsos
cristãos, falsos ministros, falsos irmãos, pregando e promovendo um falso
evangelho nos últimos dias. Cristo declarou que um falso cristianismo vai
marcar os últimos dias. Estamos vendo o ressurgimento do antigo gnosticismo, de
um novo evangelho, de um outro evangelho, de um falso evangelho nestes dias. A
segunda vinda será precedida por um abandono da fé verdadeira. O engano
religioso vai está em alta. Novas seitas, novas igrejas, novas doutrinas se
multiplicarão. Haverá falsos profetas, falsos cristos, falsas doutrinas e
falsos milagres. Vivemos hoje a explosão da falsa religião. O Islamismo domina
mais de um bilhão de pessoas. O Catolicismo Romano também tem um bilhão de seguidores.
O Espiritismo Kardecista e os cultos afro-brasileiros proliferam-se. As grandes
religiões orientais: Budismo, Hinduísmo mantém milhões de pessoas num berço de
cegueira espiritual. As seitas orientais e ocidentais têm florescido com grande
força. Os desvios teológicos são graves: Liberalismo, Misticismo, Sincretismo.
Os grandes seminários que formaram teólogos e missionários hoje estão vendidos
aos liberais. Muitas igrejas históricas já se renderam ao liberalismo. Há
igrejas mortas na Europa, na América e no Brasil, vitimadas pelo liberalismo.
Há aqueles que negam a ressurreição e dizem que os milagres são mitos. O
misticismo está tomando conta das igrejas hoje. A verdade é torcida. A igreja
está se transformando numa empresa, o púlpito num balcão, o templo numa praça
de barganha, o evangelho num produto de consumo, e os crentes em consumidores”.
2. Apostasia. Você sabe o que significa apostasia?
Apostasia significa “desvio”, “afastamento”. Quer dizer “abandono premeditado e
consciente da fé cristã”. O aumento da apostasia é um sinal que evidencia a
segunda vinda de Jesus (2Ts 2.3). O apóstolo Paulo alertou a Igreja quanto ao
perigo da apostasia: “Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos,
apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas
de demônios” (1Tm 4.1). No Antigo Testamento vemos que por muitas vezes os
israelitas apostataram-se abandonando ao Senhor e a sua Lei, mas eles receberam
a recompensa por se desviarem do Senhor. Jesus voltará e julgará os apóstatas,
dando-lhes a recompensa que merecem. Para Deus a apostasia é sempre vista como
um “adultério espiritual”.
Comentário: Apostasia (v. 4,5,23-26) (em grego
antigo απόστασις [apóstasis], "estar longe de") tem o sentido de um
afastamento definitivo e deliberado de alguma coisa, uma renúncia de sua
anterior fé ou doutrinação. Apostasia é o abandono da verdade. Sempre que
alguém se desvia da verdade pode ser considerado um apóstata. No mundo do
primeiro século, a apostasia era um termo técnico para a revolta política ou
deserção. E, assim como no primeiro século, a apostasia ameaça o Corpo de
Cristo hoje. Quanto às formas de apostasia, há dois tipos principais: (1) um
afastamento das doutrinas fundamentais e verdadeiras da Bíblia em direção a
doutrinas heréticas que proclamam ser "a verdadeira" doutrina cristã,
e (2) uma renúncia completa da fé cristã, o que resulta em um abandono completo
de Cristo. Judas, o meio irmão de Jesus e líder na Igreja Primitiva, escreve em
sua carta do Novo Testamento, ele descreve como reconhecer a apostasia e exorta
os do corpo de Cristo a pelejarem pela fé (v. 3), numa luta contínua. Judas
deixa claro que cada cristão é chamado a esta luta, não apenas os líderes da
igreja, por isso é fundamental que todos os crentes agucem as suas habilidades
de discernimento para que possam reconhecer e evitar a apostasia em seu meio.
3. “Doutrinas de demônios” (1Tm 4.1). Os falsos mestres e os seus
ensinos eram e ainda continuam sendo uma ameaça para Igreja e para a fé cristã.
Atualmente muitos estão se deixando seduzir por doutrinas de demônios. Estes
deturpam as Escrituras Sagradas e acabam por aceitar o erro, como por exemplo,
a “Confissão Positiva”, a “Teologia da Prosperidade”, o “Culto aos Anjos” e
muitas crendices e misticismos que corrompem a sã doutrina. Sabemos que Satanás
é enganador. Ele procura, de todas as formas, iludir os crentes a fim de que
abandonem a fé verdadeira, por isso, precisamos estar vigilantes.
Muitos que se dizem crentes já estão aceitando e até legislando em favor
do aborto, da homossexualidade, da disfunção familiar, etc. Deus abomina o
pecado e sem santificação ninguém poderá ver o Senhor (Hb 12.14). Atualmente
temos visto o “evangelho do entretenimento”, que agrada a muitos, levando-os a
uma vida sem compromisso com Jesus e sem santificação (1Pe 1.15). Por não
conhecerem a Palavra de Deus e não viverem segundo ela, muitos acabam sendo
levados pela apostasia moral.
Comentário: O Pr Elienai Cabral escreve em seu artigo “Espíritos enganadores”,
em sua coluna no site CPADNEWS: “Dentro da linguagem evangélica, entendemos que
Satanás tem comissionado seus demônios como “espíritos enganadores” que se
intrometem no seio da igreja para enganar. Não temos que adivinhar onde estão e
como operam tais espíritos, porque temos o Espírito Santo, que habita na vida
da Igreja para revelar os ardis e as obras de engano.”, e ele prossegue: “...A
expressão espíritos enganadores pode ter uma referência dupla, tanto a demônios
literalmente como a homens que se tornam agentes de demônios. A Bíblia os
identifica como “homens maus e enganadores... enganando e sendo enganados” (2Tm
3.13; 2Jo 7 e 2Pe 2.1). Existem pessoas que se colocam a serviço de Satanás
para propagar e disseminar doutrinas falsas e negar as verdades divinas. Essas
pessoas tornam-se, indubitavelmente, “espíritos enganadores”. Os falsos
mestre estão ensinando doutrinas inspiradas em Satanás; eles podem até guiar
líderes descuidados e desviados. Embora eles sejam motivados por espíritos do
mal, estes falsos mestres fingirão inspiração divina. Ao abandonar a Palavra de
Deus, eles se tornarão insensíveis à verdade espiritual (1Tm 4.2). (Veja Jo
8.44 e 1Jo 4.1-6)
4. Perseguição aos crentes. Ao falar a respeito dos
tempos do fim, Jesus previu grandes perseguições aos seus discípulos (Mt 24.9).
Os cristãos do primeiro século foram perseguidos e muitos perderam a sua vida
por amor a Cristo. Atualmente, em muitas nações, há uma perseguição mais
velada, mas os cristãos continuam sendo alvo de perseguições. Quantos nas universidades
não são perseguidos e se tornam alvo de chacota por declararem sua fé em
Cristo? Nenhuma outra religião tem tantos fiéis mortos quanto o cristianismo.
Mas há uma promessa para os que forem fiéis na tribulação (Mt 5.11,12). Em
algumas nações a perseguição não é velada, mas torna-se bem explícita, como por
exemplo, na Síria, na Coreia do Norte, na China e em países do norte da África.
Segundo a missão Portas Abertas, que trabalha com a Igreja Perseguida,
recentemente na Síria “dezenas de cristãos foram sequestrados por combatentes
do Estado Islâmico”.
Comentário: Já estamos no tempo do fim, os sinais são cada vez mais intensos,
a volta de Jesus é iminente, não sejamos cegos ao que está acontecendo a nossa
volta, principalmente a apostasia da igreja moderna. A perseguição religiosa
(v. 9,10) tem estado presente em toda a história: os judaizantes, os romanos, a
intolerância romana, os governos totalitários, o nazismo, o comunismo, o
islamismo, as religiões extremistas. No século vinte tivemos o maior número de
mártires da história. A Christian Freedom International (CFI), organização que
fornece ajuda humanitária a cristãos perseguidos, relatou que mais de 200
milhões de seguidores da fé cristã estão enfrentando perseguição em 105 países.
Isso torna o Cristianismo a religião mais perseguida no mundo. O ministério
Portas Abertas liberou um mapa global mostrando
os países em que há perseguição cristã, classificando cada país com o nível de
perigo que representa aos cristãos. A Coréia do Norte está no topo da lista,
seguido da Somália e do Iraque. A maioria dos 50 países listados estão ou no
Oriente Médio ou na África. O Site Portas Abertas elenca As Cinco Esferas da
Perseguição Contra os Cristãos:
1.
INDIVIDUALIDADE
A
pessoa não é livre para: escolher qual religião quer seguir; orar a Deus dentro
de casa ou em lugar público; possuir um exemplar da Bíblia ou outros livros
cristãos para uso pessoal etc.
2.
FAMÍLIA
A
perseguição vem por meio de pais, irmãos, tios, avós, primos e outros. O
convertido é impedido de praticar sua fé em casa e enfrenta problemas em
assuntos civis como casamento, enterro de familiares, herança e outros.
3.
COMUNIDADE
O
cristão sofre pressão por meio de atitudes preconceituosas, regras de
convivência, casamento forçado, dificuldade de acessar recursos, pressão para
renunciar a fé, discriminação no trabalho, intimações à delegacia etc.
4.
NAÇÃO
O
cristão enfrenta oposição, pois não há leis que garantam liberdade de culto e
prática da fé. É considerado crime pregar a Palavra e, em casos mais extremos,
até a conversão ao cristianismo. O cristão enfrenta problemas para tirar o
passaporte, sair do país, se reunir com outros cristãos.
5.
IGREJA
Enfrenta
dificuldades em realizar atividades como cultos, reuniões de oração, batismos,
estudos bíblicos, entre outros. Ter acesso à Bíblia e a outros materiais
cristãos é quase impossível. A opressão pode vir de todas as esferas: vizinhos,
governo, polícia, famíliahttps://www.portasabertas.org.br/classificacao/perseguicao-religiosa/.
Sugiro
a leitura do artigo “Evangélicos veem extremismo muçulmano e perseguição
como sinais do fim dos tempos” no site GNOTÍCIAS: http://noticias.gospelmais.com.br/evangelicos-veem-extremismo-muculmano-sinal-fim-80789.html
SÍNTESE DO TÓPICO (I)
Um dos principais sinais da vinda de Jesus na vida
religiosa é o surgimento de falsos cristos, falsos profetas, a apostasia e as
doutrinas de demônios.
SUBSÍDIO DIDÁTICO
Professor, para introduzir o primeiro tópico da lição, faça a seguinte
indagação: “Qual o mais importante discurso profético proferido por Jesus?”.
Ouça os alunos e explique que o discurso no Monte das Oliveiras (Mt 24-25) é o
mais importante discurso profético de toda a Bíblia. Em seguida mostre o quadro
abaixo fazendo um paralelismo entre o discurso de Jesus no Monte das Oliveiras
e os selos de Juízo.
II. SINAIS NOS CÉUS DA
VINDA DE CRISTO
1. Sinais do céu. Jesus alertou que antes de sua vinda haveria
vários sinais, como por exemplo, “grandes terremotos e fomes, pestilências,
coisas espantosas e grandes sinais do céu” (Lc 21.11). Notemos que o texto diz
“sinais do céu” e não sinais “no céu”. Não devemos especular e muito menos
ensinar sobre assuntos que não estão revelados na Palavra de Deus. Não sabemos
que sinais serão estes nos céus, pois as Escrituras não revelam, porém sabemos
que eles trarão espanto a todos que o virem, mostrando que serão algo jamais
visto pelo homem.
Comentário: “E haverá em vários lugares grandes
terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e
grandes sinais do céu” (Lc 21.11);
“E
haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra
angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas” (Ls
21.25);
“E
farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na
terra: sangue, fogo e vapor de fumo” (At 2.19).
Sobre
estes textos, transcrevo um artigo de autoria do Rev Caio Fabio, com o
título SINAIS DO CÉU E SINAIS NOS CÉUS!, disponível em seu site, e
deixo os leitores à vontade para tirar suas conclusões, eu, particularmente,
achei o texto muito bem elaborado e embasado: “De fato Jesus fala de
sinais dos céus e de sinais nos céus.
Quando fala de sinais dos céus Ele deixa tudo aberto. Não há
especificações, mas apenas a advertência acerca de que os céus estariam
mostrando coisas estranhas. Porém, quando fala de sinais nos céus,
Ele os relaciona às grandes catástrofes de natureza estelar — sejam alterações
no sol, na lua, nas estrelas [que são todos os corpos celestes, de meteoritos a
meteoros, a grandes massas vagando pelo espaço], sejam apenas “coisas
espantosas”. Os sinais na terra parecem que começam a ser notados de modo
global. Sim! Tais sinais estão se tornando fatos irretorquíveis.
Os
sinais do e no céu [s], no entanto, não são muito levados a sério.
E
por quê?
Ora,
eu creio que tem a ver com duas coisas pelo menos:
1.
Todos os sinais dos céus foram apropriados pela ufologia, e, assim, os
cristãos, por uma questão de condicionamento doutrinário, dão de ombros às
evidencias esmagadoras de que existem sinais inexplicáveis e avistados hoje por
milhões de pessoas sérias, bem como por equipamentos tecnológicos de
confiabilidade inquestionável, e que nos mostram dia a dia a fartura de coisas
que estão para além de toda explicação humana.
2.
A decisão Política Mundial de não tratar do tema parece deixar a questão para
os loucos e esotéricos apenas, abrindo um flanco importante no que deveria ser
direito de primogenitura dos cristãos sobre o entendimento de tais coisas.
Jesus
não mandou seguir, buscar, acampar e mudar para lugares de avistamento de
sinais do céu!
Não!
Jamais faria assim. Ao contrário disso, Ele mandou que não andássemos a procura
de nada, pois, na hora certa, o que nos interessa de Fato-Final, aparecerá com
Grande Glória e todo olho o verá.
No
entanto, se Ele mandou que não seguíssemos nada que não a vivencia do Evangelho
onde Ele, Jesus, nos plantar, ao mesmo tempo Ele manda que mantenhamos os olhos
abertos vendo todos os sinais, inclusive os sinais do céu.
Ora,
eu não posso negar o inusitado, insólito e o inexplicável do céu, pois, eu
mesmo, na companhia de meu pai e treze amigos [ainda jovenzinho], vi uma esfera
prateada por alguns minutos na estrada para Itaperuna, na década de 60, a qual
desapareceu diante de nós em velocidade inimaginável. Além disso, anos mais
tarde, na companhia de milhares de colegas, na Escola Técnica Federal do
Amazonas [com o testemunho de toda cidade], vi outra vez um objeto de tamanho
imenso e que andou sobre toda a cidade por alguns minutos no ano de 1974 [os
jornais daquela época têm essa história], e sobre cuja história fiz narrativa
em meu livro “Confissões de Um Pastor”.
O
que me impressiona é que muita gente já viu, mas quase todos ficam calados.
Medo! Medo de serem tidos como esotéricos; ou loucos desvairados; ou mesmo como
gente “crédula”. Mas, à boca pequena, muita gente diz que viu.
Minha
irmã Suely já foi seguida por algo do gênero por 150 kilometros na estrada
Manaus - Itacoatiara. Ela estava acompanhada de mais quatro pessoas, e viu
aquilo por mais de duas horas, cruzando sobre seu carro e de um lado para o
outro da estrada, e capaz de manobras impossíveis aos aparatos humanos.
O
Profeta Ezequiel descreve algo que se não estivesse na Bíblia seria totalmente
repudiado pelos crentes de hoje!
Para
Ezequiel, no entanto, aquelas foram experiências com entes celestiais, com
anjos do Senhor e criaturas do espírito. Essa foi a procedência do que lhe
apareceu.
Entretanto,
nada impede que se tais fenômenos possam se manifestar de modo positivo, [como
foi com Ezequiel], que eles, sendo se outra natureza espiritual, possam também
manifestar-se modo ruim e perverso, conforme algumas histórias narram.
Discípulos
de Jesus não têm que andar atrás dessas coisas. No entanto, não podem fazer de
conta que tais coisas não estejam acontecendo, e num volume de evidencia muito
mais significativa do que se tem como demonstração em relação a muitas das
coisas que dizemos crer na Bíblia.
Ora,
é porque está na Bíblia que devemos manter os olhos abertos. E mais que isto:
tais coisas não estão apenas na Bíblia, mas sim estão na parte da Bíblia cuja
manifestação de Palavra está em total vigência, pois não se trata daquilo que
estando na Bíblia como Livro, já não está na vigência como Testamento de Jesus
para o homem.
Pense
nisso e mantenha-se alerta e cheio de discernimento!
Paulo
disse que nada pode nos separar do amor de Cristo; nem mesmo qualquer outra
forma de criatura ou de criação.”
2. Jesus fala de sinais e não de datas. Jesus fala de sinais que
antecedem a sua volta, mas em momento algum Ele fala a respeito de datas. O
Mestre também deixou claro que estes sinais são parte do plano de Deus, todavia
quando eles acontecerem, o fim não será logo.
Comentário: À medida que o tempo passa, podemos perceber que os sinais da vinda
Jesus Cristo são mais frequentes e mais visíveis. A Escritura deixa claro que a
vinda de Cristo é sempre acompanhada por sinais. Assim foi com a sua vinda na
carne (Lc 1.18-20; 41-45; 2.12) e assim será com o seu retorno em Glória (Mt
24.3, 30; Lc 21.11,25). Por isso, estes sinais são importante e devem ser
corretamente compreendidos. Estes sinais nos dizem que sua volta se avizinha.
Esta certeza cria uma urgência de que devemos viver sob um constante sentimento
de expectativa (Lc 19.13; Jo 9.4) e empenho missionário para ganhar almas para
o reino. Não é coincidência o fato de que uma surpreendente porcentagem dos
movimentos missionários modernos e dos esforços evangelísticos tenha sido
liderada por pré-milenaristas.
SUBSÍDIO DIDÁTICO
As Dores de Um Parto Difícil
“Cristo começa o seu sermão com uma longa lista de calamidades que Ele
compara com as dores de parto que precedem o nascimento de uma criança (Mt
24.4-8).
A palavra ‘dores’ no versículo 8 é do grego Ùdin, que fala
do trabalho e da dor de parto. As aflições que Cristo relaciona aqui são como
as dores de parto. A princípio, são relativamente moderadas e não frequentes,
porém à medida que a hora se aproxima, elas vêm em ondas implacáveis, mais
rápidas e mais severas.
A ilustração de dores de parto é bastante comum na literatura
apocalíptica judaica. O apóstolo Paulo usou uma figura similar para descrever o
dia do Senhor (1Ts 5.3).
O contexto indica que esses sinais se aplicam de um modo particular à
era da Tribulação. No entanto, esses próprios males (guerras e rumores de
guerras, falsos cristos, desastres naturais e perseguição) são aflições que têm
caracterizado a totalidade da era cristã. Características similares estão
presentes neste exato momento em diversos graus, e coletivamente parecem estar
piorando de modo grosseiro e mais preponderante, exatamente como dores de
parto.
Isso não significa que a era em que estamos vivendo seja a que Cristo
descreve. Mas realmente sublima a iminência da volta de Cristo para a Igreja. O
mundo no qual vivemos já está maduro para a Tribulação. Elementos como os
sinais das dores de parto já estão sendo sentidos. As aflições atuais podem
meramente ser como as contrações Braxton-Hicks — dores de parto prematuras;
entretanto, significam que a hora do trabalho difícil, e então o parto em si, é
inevitável e se aproxima rapidamente” (MACARTHUR, John. A Segunda
Vinda. 4ª Edição. RJ: CPAD, 2013, pp.89-90).
III. GUERRAS, CONFLITOS
E TERREMOTOS
1. Guerras e conflitos. Jesus falou a respeito de
guerras e conflitos entre as nações como um dos sinais de sua volta. O Mestre
alertou que se levantará nação contra nação, e reino contra reino (Mt 24.7).
Não é o que temos visto ao longo do tempo? O mundo já sofreu com duas grandes
guerras (a Primeira e a Segunda Guerra Mundial). Milhares de pessoas inocentes
foram mortas. As guerras e os conflitos continuam sendo constantes em nosso
planeta. Atualmente temos visto também a ameaça do terrorismo, que é também um
tipo de guerra. Os vários atentados terroristas ao redor do mundo têm causado a
morte de vários inocentes. Há pouco tempo vimos a Europa, em especial a França,
sendo palco de ataques de extremistas islâmicos. Estes espalham o medo e a
violência ao redor do mundo. Recentemente, alguns que pertencem a ala dos
extremistas efetuaram atentados terroristas, na França, na Tunísia e no Kuwait,
matando dezenas de pessoas. O grupo extremista que atua no norte da Nigéria, o
Boko Haran, tem como um dos seus alvos a destruição da fé cristã.
Comentário: O século passado experimentou,
certamente, mais do que todos os outros, profundas mudanças em todas as áreas.
Muitos desses acontecimentos são de enorme significado para a Igreja. Olhar a
história recente é ver o desenrolar do plano divino através dos séculos, é
atentar para os sinais dos tempos, é colocar-se em guarda para aquilo que virá.
Desde a antiguidade, passando pela idade média, e chegando a nossa idade
contemporânea, muitos perderam a vida guerreando ou sendo apenas vítimas de
guerra. Nunca o ser humano guerreou tanto como nos séculos XX e XXI. Somente no
século XX, cerca de 191 milhões de pessoas morreram em combates ao redor do
mundo. Se ligamos a televisão para acompanhar algum jornalístico, ficaremos
absortos como esta declaração de Jesus Cristo (Mt 24.7), é uma impressionante
descrição do que está acontecendo agora mesmo no mundo. Apesar do incrível cumprimento
das palavras de Cristo, devemos levar em conta que embora elas anunciem que Ele
vem, estes sinais não são os últimos nem os definitivos. Se lermos esta
passagem com cuidado notaremos que Jesus Cristo disse: "mas ainda não é o
fim" e "tudo isto é só o princípios das dores". Ao analisarmos
Mateus 24.7-8 e Lucas 21.11 mais cuidadosamente, o Senhor Jesus diz que as
guerras serão seguidas de fomes, de pestes, de terremotos em vários lugares. O
versículo nos diz que não necessariamente as epidemias, as fomes e os
terremotos acontecem por causa da guerra. Mas são vários eventos que acontecem
sucessivamente e simultaneamente.
2. Terremotos. Segundo alguns geólogos, o número de
terremotos tem aumentado assustadoramente nos últimos 20 anos. De acordo com a United
States Geological Survey, dos EUA, “entre 2000 e 2010, aconteceram mais de
200.000 terremotos”. Destes, somente 100.000 são percebidos. A maior parte dos
tremores ocorre em escalas imperceptíveis ao ser humano.
Comentário: “E haverá grandes terremotos, fomes e pestilências em vários lugares, e
coisas espantosas” (Lc 21.11). O Tsunami no sudoeste asiático, os tufões e
terremotos dos últimos vinte anos têm de fato produzido preocupações para as
autoridades mundiais. Pesquisas científicas fazem predições mais apocalípticas
do que o próprio Apocalipse. Não há perspectivas positivas nesse sentido. Por
falar em "dores", nos faz lembrar da mulher que está para dar a luz,
e à medida que aproxima-se o momento da concepção, as contrações e as dores
aumentam em intensidade e em período de tempo. É exatamente isto que temos
observado nestes últimos dias antes da volta de Jesus a esta terra. Os sinais
que Ele mencionou para que observássemos estão acontecendo cada vez mais fortes
e com menor intervalo de tempo entre eles.
SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO
“Assim como a terra reagiu quando Jesus morreu (cf. Mt 27.51), também
ocorrerão sinais ‘em baixo na terra’ (cf. At 2.19) antes da segunda vinda de
Jesus.
• Terremotos. Esse
sinal continua a manifestar-se em várias partes do mundo. Se compararmos
estatisticamente o número de terremotos ocorridos, veremos que do nascimento de
Jesus até o ano de 1900, aconteceram menos terremotos do que entre 1901 e 1908.
Torna-se real, em nossos dias, a profecia de Isaías 24.19.
• Fome (cf. Lc
21.11; Ap 6.8). Secas, catástrofes e outras causas, têm motivado a fome em
várias partes do mundo. Desde o início do século, o mundo tem presenciado
períodos de fome, onde dezenas de milhares de vidas têm sido ceifadas. Carestia
e escassez de víveres fazem parte da fotografia profética dos últimos tempos
(cf. Ap 6.5,6).
• Pestilência (cf.
Lc 21.11). Os jornais mostram que doenças incuráveis têm ceifado a vida de
milhões de pessoas todos os anos. O câncer até o momento não tem solução
clínica. Novas bactérias letais são detectadas com uma frequência assustadora.
Com relação à peste, existe uma observação interessante em Apocalipse 6.8 onde
se fala das causas de mortes nos últimos tempos. Uma delas é ‘com as feras da
terra’. No original grego, a palavra traduzida por ‘fera’ é qhriwn.
Essa palavra é um substantivo genitivo, neutro, plural e encontra-se no
diminutivo — ‘pequenas feras’. Isso certamente se refere aos ratos que são
causadores da peste bubônica” (BERGSTÉN, Eurico. Introdução à Teologia Sistemática. 1ª
Edição. RJ: CPAD, 1999, p.304).
CONCLUSÃO
Os sinais que prenunciam a volta de Jesus estão se cumprindo a cada dia.
A apostasia tem se evidenciado, no meio de igrejas evangélicas, a ponto de a
Bíblia não ser mais referência para a conduta de muitos que se dizem cristãos.
Na natureza, há fenômenos que indicam o cumprimento das previsões
apocalípticas. Na vida moral, certamente, há o maior grau de fatos que
comprovam o aumento da iniquidade humana. Mas a Igreja de Jesus Cristo deve
continuar em oração e vigilância como “coluna e firmeza da verdade” (1Tm 3.15),
aguardando em santificação a volta de Jesus.
Comentário: Segundo o nosso texto base, Jesus fala
sobre O princípio das Dores, dores de parto estudadas hoje, logo em seguida,
Ele nos fala sobre a Grande Tribulação (Mt 24.15-28) e Sobre sua Vinda (Mt
24.29-31). Resumidamente Jesus diz que viriam muitos em Seu nome dizendo ser
Cristo e enganariam a muitos. Diz também que no Fim dos Tempos ouviremos falar
de Guerras, nações se levantarão contra nações, haverá fome e terremotos, os
Cristãos serão perseguidos e odiados, e a iniquidade se aumentará, com isso o
amor de muitos se esfriará. “...tudo isto é o princípio das dores” (isto é,
dores de parto) ou sinais da Sua Vinda. É interessante que depois disso, muitos
outros sinais do fim dos tempos começaram a aparecer – Israel recebeu permissão
para retornar à sua terra (em 1917, através da Declaração Balfour) e a
Revolução Russa, que resultou no erguimento dessa nação como uma potência
mundial, dentre outros sinais. Não são poucos os estudiosos e expositores da
Bíblia que crêem que os versículos acima descrevem os primeiros três anos e
meio do período da Tribulação, tratado detalhadamente nos capítulos 6 a 12 de
Apocalipse. Visto que muitos sinais, ao que parece, já começaram a se cumprir,
todos nós deveríamos orar e trabalhar em prol do reino, Sua Vinda para buscar a
Igreja, por ocasião do Arrebatamento é certa e iminente!
Pastor Lucimar
Fernandes da Silveira
MINISTÉRIO
SOS DA ALMA – SERRA-ES
PARA REFLETIR
A
respeito da Escatologia Bíblica, responda:
Segundo a
lição, quais sinais vão anteceder a volta de Jesus?
Falsos
cristos, falsos profetas, apostasia.
O que
significa apostasia?
Apostasia
significa “desvio”, “afastamento”. Quer dizer “abandono premeditado e
consciente da fé cristã”.
O aumento
da apostasia é um dos sinais da volta de Jesus?
Sim. O
aumento da apostasia é um sinal que evidencia a segunda vinda de Jesus (2Ts
2.3). O apóstolo Paulo alertou a Igreja quanto ao perigo da apostasia: “Mas o
Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé,
dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (1Tm 4.1).
Os cristãos
continuam sendo alvo de perseguição? Por quê?
Sim.
Porque os cristãos não têm medo de declarar a sua fé.
Cite
alguns sinais que vão anteceder a volta de Jesus.
Guerras,
conflitos, terremotos.

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